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O Que Fazemos

Plano de Arborização

 

"A valoração da arborização urbana é um assunto ainda muito recente no Brasil, a tendência é o crescimento do tema. Para se obter a valoração da arborização urbana é preciso considerar tanto os benefícios, proporcionados pelos serviços ambientais prestados pelas árvores, quanto os gastos públicos com a arboriação urbana, incluindo o plantio, poda, irrigação, controle de pragas, limpeza, supressão, administração e responsabilidade. No município de São José dos Campos foi obtido o valor de R$ 55,88 m² de copa de árvore" Luma Pontes, IPPLAN

O projeto consiste em instrumento de planejamento municipal que fixou diretrizes e critérios necessários para uma política de implantação e monitoramento da arborização urbana. Ele é focado na arborização das calçadas, pois é a vegetação mais próxima da população e que influencia mais diretamente na qualidade de vida das pessoas e, em contrapartida, sofre com a falta de conscientização da população e falta de planejamento dos órgãos públicos.

O estudo é inédito na cidade. Tem um papel importante para possibilitar o conhecimento das características da arborização urbana do município, e para que o poder público tenha um bom planejamento das suas ações.

O intuito das propostas é maximizar os benefícios da arborização urbana em São José dos Campos, e promovê-la como instrumento de desenvolvimento urbano e qualidade de vida. Uma vez que além do uso estético e arquitetônico, as árvores ajudam na melhoria da qualidade de vida das pessoas, já que, dentre outras funções, diminuem os impactos ambientais da urbanização, moderam o clima, melhoram a qualidade do ar e amenizam a poluição sonora.

Cliente: Prefeitura Municipal de São José dos Campos

Desafio: Possibilitar maior conhecimento das características do patrimônio arbóreo existentes nas ruas de SJC; e orientar o planejamento das ações da Prefeitura quanto aos novos plantios e monitoramento da arborização urbana.

Solução Oferecida: Além do amplo diagnóstico da arborização urbana de vias públicas, que determinou inclusive o valor por m² de copa por espécie, o Plano orientou sobre: espécies adequadas para plantio, metas de plantio por bairros e definição do cronograma de plantios para que aconteçam primeiramente nos locais mais carentes; definição de distâncias para plantio; critérios para remoção e substituição de árvores; critérios para avaliação de risco acidentes; diretrizes para educação ambiental e propostas de melhorias na Gestão da arborização urbana.

Objetivos específicos do Plano:

  • Identificar as áreas mais carentes de arborização para que os plantios aconteçam de forma planejada;
  • Propor plantio de espécies melhor adaptadas
  • Proporcionar uma maior compreensão do valor da arborização junto ao poder público e sociedade.
  • Quantificar a cobertura arbórea do município como um todo e por vias;
  • Mapear as áreas prioritárias para a arborização no município;
  • Estabelecer metas de plantio;
  • Levantar a diversidade, a quantidade e a qualidade das árvores da arborização de ruas;
  • Verificar espécies adequadas e inadequadas;
  • Propor alternativas para harmonizar equipamentos públicos com as árvores, em especial prédios e construções; calçadas; fiação aérea; linhas de transmissão de eletricidade, telefonia, TV a cabo;
  • Propor diretrizes e critérios para organização, manutenção e implantação da arborização urbana no município;
  • Possibilitar que haja menos manutenção, e consequentemente menores custos em termos de podas e remoção de árvores.

Resultado:

  • Proposições das espécies para novos plantios;
  • Definição de metas de plantio por bairros (considerando as características de cada bairro);
  • Alternativas de plantio para locais com limitações de espaços (calçadas estreitas, casas de meio lotes);
  • Determinação do valor de cada árvore por m² de copa (ou seja, o valor da economia financeira em saúde, qualidade de vida, dentre outros fatores, para o município);
  • Foram definidas metas de plantios anuais por bairros. Ao todo acontecerão 56.565 plantios em calçadas em 12 anos, e a porcentagem de cobertura arbórea de vias passará de 22% para 50% em 24 anos.