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O Que Fazemos

Oficinas Participativas do Plano Diretor

O projeto consistiu na condução do processo de participação popular e controle social para a execução da política de desenvolvimento urbano, através de oficinas sobre o Plano Diretor.

Cliente: Secretaria de Planejamento Urbano de Prefeitura de São José dos Campos.

Desafio: O principal desafio do projeto foi fazer com que a população participasse efetivamente das oficinas para apresentar contribuições, e não apenas críticas sobre problemas pontuais. Até alguns anos atrás, os governos pouco ouviam a população, resumindo a participação popular a audiências públicas, em que o tempo de fala por pessoa é limitado e não há uma troca de informações e de experiência entre as pessoas, de modo que elas entravam e saíam das audiências com a mesma postura. Com a atuação do IPPLAN levamos um novo olhar sobre a participação, valorizando a visão de cada pessoa e acreditando que quando debatemos numa mesa conseguimos resultados melhores do que quando as opiniões são postas de forma individualizada. O foco, portanto, foi levar elementos e trabalhar com perguntas que ajudassem a população e olhar a cidade sob outro aspecto, até mesmo aproximando sua linguagem à dos técnicos, com o uso de mapas, onde a população indicava os locais de encontro da população, o que identificava e diferenciava a região em que mora das demais, enfim, permitindo que esse apontamento no mapa a auxiliasse a ver como a cidade é.

Solução Oferecida: Foram propostas oficinas participativas regionais como base para a elaboração da leitura comunitária. Todo o planejamento e condução das oficinas foi feito pelo IPPLAN, desde a definição da metodologia a ser adotada, a forma de condução dos trabalhos, a programação, o tempo de cada atividade, a facilitação das atividades com a população, e depois a forma de analisar os resultados, que teve total autonomia do IPPLAN. Algumas atividades foram balizadas pela Prefeitura, envolvendo o número exato de oficinas, horários e locais. O convite foi feito em parte pela Prefeitura e em parte pelo IPPLAN, utilizando os recursos possíveis pelo 156. Antecedendo as oficinas de leitura comunitária foram feitas oficinas de mobilização social, essas demandadas pelo Conselho Gestor que foi formado para acompanhar o processo de revisão do Plano Diretor.

Resultado: 4 oficinas de mobilização, 12 oficinas de leitura comunitária e um vasto material com a análise de tudo o que foi colhido junto à população, de natureza qualitativa.