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O Que Fazemos

Plano Estratégico para a Gestão da APA de São Francisco Xavier

"Na APA São Francisco Xavier tivemos uma importante experiência de planejamento estratégico com apoio do IPPLAN. Ao definirmos missão, visão e valores, seguidos de objetivos estratégicos, conseguimos perceber nosso papel como conselho gestor e como responsáveis pela gestão de um território protegido." - Renato Farinazzo Lorza, Gestor da APA São Francisco Xavier, MONA Pedra do Bau 

Cliente:
Prefeitura Municipal de São José dos Campos e Conselho Gestor da APA São Francisco Xavier.

Desafio: A Câmara Técnica de Planejamento do Conselho Gestor da APA São Francisco Xavier, que contava com representantes da Prefeitura Municipal de São José dos Campos entre seus membros, solicitou ao IPPLAN que os apoiasse no processo de planejamento estratégico para o biênio 2011-2013 do Conselho.

Entre os desafios, estava a necessidade de propiciar um processo de diálogo cuidadosamente inclusivo, de modo a não perder nenhuma das diversas perspectivas trazidas pelos conselheiros durante o planejamento.
Outro desafio é que o Conselho involuntariamente ocupava o papel de principal organismo de governança local, recebendo as principais demandas do distrito, de incêndios no pasto a problemas no posto de saúde, para que pudesse acionar as instâncias competentes. Desse modo, havia uma distorção do papel do Conselho, que não tinha uma função muito clara nem mesmo para seus membros.
Por fim, a ausência de orçamento destinado à realização de projetos deixava como principal ferramenta do Conselho a capacidade de articulação de seus membros junto a outras pessoas e instituições.
O planejamento estratégico deveria contribuir, então, para que os objetivos e ações previstas partissem de expectativas mais realistas e propusesse ações mais efetivas, dentro do seu escopo de atuação, para um horizonte de cinco anos.

Solução oferecida: Inicialmente, detectada a necessidade de um alinhamento sobre o real papel do Conselho, o IPPLAN propôs uma oficina anterior à oficina de planejamento estratégico, na qual os conselheiros poderiam definir sua Missão, Visão, Valores, e assim refletir sobre sua identidade institucional;

A segunda oficina, de planejamento estratégico, convidou alguns outros atores-chave para ampliar o alcance de algumas discussões essenciais. Esta oficina concentrou boa parte do tempo na estruturação dos problemas, ou seja, em investigar as relações de causa e efeito entre eles, que permitiu estimar a natureza e o impacto de cada situação-problema elencada

Sobre esta base, foi realizada a análise de forças e fraquezas do distrito, de modo a produzir uma matriz que permitiu uma melhor priorização e criação de sinergia entre as ações.

Resultados: O planejamento resultou em uma planilha de descrição de projetos que permitia detalhamentos e acréscimos posteriores, como em um documento vivo, mas bem fundamentado nas discussões e parâmetros pactuados durante o processo. Essa planilha foi utilizada como “Exemplo de Matriz de Planejamento Estratégico Voltada para a Implantação de Plano de Manejo” no Manual de Gestão das Unidades de Conservação do Estado de São Paulo publicado pela Fundação Florestal do Estado de São Paulo. O documento produzido por este Planejamento Estratégico ainda está “vivo” e sendo utilizado pelo Conselho Gestor, tendo demonstrado sua relevância e capacidade de adaptação às dinâmicas organizacionais e mudanças na gestão.