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A busca pelo equilíbrio entre o desenvolvimento socioeconômico e a qualidade ambiental é o principal objetivo do Desenvolvimento Sustentável, termo citado pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, através do Relatório Nosso Futuro Comum, em 1987. A aplicabilidade do conceito de desenvolvimento sustentável depende de um sistema político organizacional para a execução e planejamento das ações prioritárias.

Conforme o consenso geral, o desenvolvimento sustentável é um processo evolutivo que se traduz na combinação de três vertentes para benefício das gerações presente e futura: crescimento da economia, melhorias da qualidade do ambiente e da sociedade. É neste contexto, de novas dinâmicas espaciais, que cientistas, governos e agências passaram a recomendar as políticas de desenvolvimento local, autônomo e endógeno para as zonas rurais dos municípios brasileiros.

Considerando as peculiaridades de São José, o IPPLAN tem se dedicado à promoção da gestão e planejamento territorial, ambiental e seus sistemas de avaliação, de modo a permitir o entendimento amplo das dinâmicas urbanas e rurais, assim como as inúmeras e complexas interações entre ambas. 

Assim como acontece em outros municípios que cresceram com a industrialização, São José dos Campos vive a dicotomia entre reafirmar sua identidade tecnológica e resgatar a cultura rural de origem. Os mecanismos que moldaram o perfil socioeconômico e cultural das áreas rurais dão indícios dos critérios a serem utilizados na análise de suas necessidades, expectativas e vocações.

Embora o desenvolvimento integral do município seja o principal desafio do planejamento bem sucedido, o enfoque na zona rural pode trazer esclarecimento sobre uma parcela ainda obscura aos olhos das intenções do urbanismo, e ajudar de maneira mais consistente, a delinear o horizonte de um futuro onde não haja exclusões.

Crédito: Artigo publicado no Jornal O Vale, 12/01/2014

Allan Caputo

Analista de Projetos do IPPLAN

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