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Cidade inteligente = cidade digital?

Você já escutou alguém falar sobre o conceito de cidade inteligente? Entre especialistas da área de gestão pública está muito disseminada a ideia de que cidade inteligente é aquela onde as tecnologias da informação estão acessível a toda população. Porém, acredito que esse tipo de cidade seja melhor definida pelo termo cidade digital.

A cidade digital é importante, pois permite a existência de canais de comunicação extremamente velozes.

Por exemplo, após a expansão da central 156 de São José dos Campos em janeiro de 2011, o número de serviços solicitados por cidadãos para a prefeitura em 2012 foi 29% maior do que o registrado em 2011, e a quantidade de informações requisitadas cresceu 89%; o crescimento populacional foi abaixo de 7% no mesmo período.

Isso significa que os cidadãos estão contribuindo mais para a transformação da cidade, por outro lado, o orçamento da cidade obteve acréscimo de apenas 8,7% no mesmo período, o que implica em crescente pressão por serviços públicos mais eficientes.

Por sua vez, para que o serviço seja mais eficiente é preciso ações como: aprender mais sobre o problema, criar modos inovadores de resolvê-lo, planejar sua execução, entre outros, ou seja, é necessário exercitar faculdades associadas à inteligência.

Portanto, cabe a definição dada pelo pesquisador Nicos Komninos que cidades inteligentes são regiões que apresentam grande capacidade de aprendizagem, inovação, resolução de problemas, entre outras características distintivas da inteligência.

Neste sentido, a cidade digital é facilitadora da cidade inteligente.

Por analogia, se considerarmos que a cidade inteligente é o sistema nervoso humano, então se removermos o cérebro não temos mais uma cidade inteligente, mas ainda sim temos uma cidade digital.

Crédito: Artigo publicado no Jornal O Vale 20/10/2013

Rodrigo César da Silva

Analista de Informações

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